Jul 21

Atenção povo, neste momento o povo vai para a noite bebe uns copos, e depois de regresso a casa já vai deixar de haver o problema do alcool.

O GM-Carnegie Mellon Autonomous Driving Collaborative Research Lab vai desenvolver, nos próximos cinco anos, protótipos de automóveis que dispensam condutor.

A parceria foi anunciada hoje e envolve um investimento de cinco milhões de dólares. O novo laboratório vai funcionar como uma extensão do departamento de investigação da General Motors, com sede nas instalações da Universidade de Carnegie Mellon, em Pittsburgh, nos EUA.
O objectivo é desenvolver um veículo com um “motorista” virtual, que nos permite realizar outras tarefas enquanto somos conduzidos ao destino. O projecto tem como principal objectivo reduzir o número de acidentes e aumentar o conforto automóvel.

A Universidade de Carnegie Mellon tem também uma parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para oferecer programas de formação em diversas universidades portuguesas.

EHEHEHE, muito fixe

escrito por António Loureiro

Jul 14

Agora já não basta um smart ganhar a um ferrari e ainda por cima um smart tuga :P como agora foi construido um protótipo de um carro eléctrico, inventado por uns cientistas para provar que os carros eléctricos quando bem feitos andam bem demais.
No video em que eu vou deixar explica mais ou menos bem quanto eles gastaram para fazer o carrinho que parece na minha opinião quase um buggy :D .
Acho que muitas pessoas depois deste video irão reflectir se não compensa comprar um carro elétrico do um carro potente pois um carro destes vence um ferrari. Vou ficar à espera que se faça produção em série deste carrinho.
Aqui vos deixo um dos videos que se encontra no youtube.

escrito por António Loureiro

Jun 23

O arquitecto Vinvent Callebaut teve a ideia de uma eco-cidade, onde não existe nenhuma poluição, a energia que alimenta esta cidade vem do aproveitamento do sol através de painéis solares, do vento através de moinhos eólicos, aproveitamento da energia das ondas e também da energia da biomassa, a sua estrutura é feita de dióxido de titânio o que ajuda ao aumento do CO2 na atmosfera e esta cidade consegue albergar até 50.000 pessoas.

Actualmente esta cidade flutuante não passa de sonho, mas com o aumento do nível das águas do mar, um dia os construtores de mega-estruturas poderão ver neste tipo de projecto o futuro das grandes cidades com o beneficio de ser totalmente auto-suficiente energéticamente e amigo do ambiente.




escrito por António Loureiro